quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Eu sou tão retardada, mas tão retardada, que eu sempre estrago tudo!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Significa que eu to com tédio e com preguiça...

Oi!

Alguém tem algo pra fazer que seja legal e não precise se mexer?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Quando eu tô feliz, eu escrevo meio exagerado, não me ligo em normas, vírgulas, acentos e blablabla. Minha digitação fica meio falada, e vai saindo assiiiiiiiiiiiim, com muitas exclamaçõeeeeeees, risaaaaaadas, e talvez algumas carinhas pomba-lesas. :DDD
Quando eu tô triste, fico meio monossilábica, com jeito de quem não quer papo. Escrevo pouco, demorado, e logo arranjo outra coisa pra fazer.

Quando eu tô feliz, as coisas que eu escrevo não fazem tanto sentido - e nem precisam, diga-se de passagem.
Quando eu tô triste, gosto de ser profunda.

Quando eu tô feliz e releio as coisas que escrevi quando tava triste, acho completamente ridículo.
Quando eu tô triste, e releio o que escrevi quando tava feliz, acho completamente pomba-lesa.

Talvez todos sejam assim. Ou não. Sei lá. Só sei que hoje eu tô feliz! Mas resolvi fazer sentido pra variar um pouco. Ou não, de novo.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

GG

S_Chuck, why did you do that????
C_ Because I love her. And I can't make her happy.



AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Há amor nas estrelas?

" (...) Há amor nas estrelas? Não, fui eu que exalei tanto amor a embreagar meus olhos. Há amor esparramado no céu? Não, foi o meu coração que entrou na sintonia do espaço, a interação inebriou meus sentidos e melodiosamente dissolveu minha alma em paz, e escapou na forma de um doce sorriso. Aquela carinha..."

(L)

Eu te amo.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Síntese.

O meu novo ideal de "abstrair" me saiu pela culatra. Quer dizer, eu até que tô conseguindo direitinho. O problema, é que eu estou abstraindo até mais do que eu devia. Beeem mais.
Criou-se uma barreira. Nada me atinge, nada me atinge. A questão é: se a barreira impede que as coisas ruins me atinjam, as coisas boas não me atingem também.
A monotonia se estabeleceu. A beleza passa despercebida.
Pela primeira vez, o medo não é mais te perder. Agora, o medo é que você me perca.