terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Fly away from here

Eu tô uma bagunça.

Meu quarto tá bagunçado, meus horários, minha casa, meu celular, minhas roupas, aqui dentro, tudo bagunçado.

Quero me organizar. Respirar, me acalmar, colocar cada coisa em seu lugar.
Só não sei por onde começar...

A urgência maior é comigo mesma. Mas também, é o mais difícil de arrumar.
Eu sempre tenho que ser confusa, inconstante, questionadora até demais. Por que eu não, simplesmente, me deixo levar pela vida? Por queeeeeee tenho que ficar pensando?
Não aguento mais a palavra "se" martelando na minha cabeça. E seee acontecer isso, e seeee acontecer aquilo? Que merda!
Eu rezo todos os dias por simplicidade, paz e tranquilidade na minha vida. Mas todo o esforço que eu faço pra atingir a esse patamar se contradiz com o próprio objetivo. Pra quê tanto esforço?

Ê bagunça... tá dando nos nervos.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Natal

Uma coisa que eu realmente gosto na minha família por parte de pai, é que uma vez parte, você só deixa de ser se quiser.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Perfeccionismo.

Eu tenho um grande problema: não consigo digerir os defeitos, meus e dos outros. Sou muito analítica, crítica, minimalista. Por mais que não pareça. E suponho que só quem é assim também, consegue entender o quão maçante que é.
É uma insatisfação crônica. Uma busca pela perfeição que nem mesmo existe. E eu sei que não existe. Mas teimo em continuar buscando.
Eu quase posso dizer que é automático, involuntário; pois que é instinto. Contudo, associo automático a uma questão de instante. E por ser crônico, é permanente. Por ser crônico, não tem volta. Ou tem? Seria esse mais um defeito pra eu ficar pensando em como mudá-lo? Porque, se é fixo, por que perder tempo pensando? Não seria mais compassivo deixar pra lá? Sim, seria. Mas esse defeito não perdoa ninguém, nem a si próprio.
É um defeito imparcial, impassível e até um pouco cruel.
Cruel. As pessoas tem tantas, TANTAS qualidades pra serem admiradas. Tantas virtudes... Por queeeeeeee diabos encasquetar com os defeitos? Tentar transformá-los...?
Talvez se eu, finalmente, conseguisse entender que existem outros tantos defeitos impassíveis de mudança, assim como esse perfeccionismo surdo da minha cabeça, eu seria mais compreensiva. A compreensão não teria a pretensão de entendê-los, apenas de aceitá-los. A vida seria mais leve para mim se fosse possível coexistir com os defeitos sem tanta cobrança, interna e externa. Sem ficar analisando, encasquetando, incomodando... Tudo seria extremamente mais simples.
Tá aí, uma resolução pra 2009: RELAXE.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Rasta Courage

I don't defend white, and I don't defend black. I defend truth and rights and all of that.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Um mês...

É uma eternidade, amor.
Volta logo, volta!

:(

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Tempos de tédio.

Quando tenho um zilhão de coisas pra fazer, reclamo. Quando não tenho absolutamente nada pra fazer, reclamo também.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

58,5.

A melhor parte da dieta é quando a gente se olha no espelho e percebe algum, por menor que seja, efeito. :D