E agora eu me encho de doces, livros, discos e vícios
Até você voltar...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Yin Yang.
Sabe o que eu acho?
Que às vezes, nós somos muito injustos com nós mesmos e com a vida. Cobramos demais, esperamos demais, nos frustramos quando as coisas não saem exatamente do jeito que queríamos. Esquecemos que a vida não é um contrato comutativo, onde as prestações de ambas as partes são determinadas desde o nascimento. "Eu vou ser assim, Você será assado e ambos seremos felizes". Não.
Eu acho que tudo está mais pra um contrato aleatório, onde as prestações de uma ou ambas as partes depende de um acontecimento futuro e incerto. Como a mega-sena, por exemplo. Eu posso jogar mil vezes, mas o prêmio não me é garantido. Outrossim, fulano de tal pode jogar apenas uma vez com uma única cartela e desembolsar milhões. Injustiça? Aos nossos olhos, pode até ser que sim. Mas pra quem acredita em Deus, talvez não o entendimento, mas a compreensão é facilitada. É a velha historinha da tesoura.
E não adianta listarmos tudo de bom que fizemos. Não adianta bater o pé mil vezes, chorar, espernear, culpar a tudo e todos pela nossa intensa infelicidade. Não adianta...
"Ninguém é suficientemente bom ou ruim para deixar-nos tristes", afinal. O que acontece é que, assim como nós não conseguimos ser bons o tempo inteiro, as circunstâncias também não o conseguem. Seria muito fácil se tudo fosse perfeito o tempo todo, mas simplesmente não é.
Resta a nós, assumirmos as responsabilidades pelos nossos atos e aceitarmos as coisas ruins que por ventura acontecerem com a cabeça erguida e a certeza da volta por cima. Sempre damos um jeitinho.
E o alívio que dá ao reclamar, espernear, sofrer, é totalmente ilusório e momentâneo. Não nos sentimos melhor depois disso.
Agora, a paz que se restabelece na volta por cima, ah, essa é incomparável.
Futuro. Incerto.
Que às vezes, nós somos muito injustos com nós mesmos e com a vida. Cobramos demais, esperamos demais, nos frustramos quando as coisas não saem exatamente do jeito que queríamos. Esquecemos que a vida não é um contrato comutativo, onde as prestações de ambas as partes são determinadas desde o nascimento. "Eu vou ser assim, Você será assado e ambos seremos felizes". Não.
Eu acho que tudo está mais pra um contrato aleatório, onde as prestações de uma ou ambas as partes depende de um acontecimento futuro e incerto. Como a mega-sena, por exemplo. Eu posso jogar mil vezes, mas o prêmio não me é garantido. Outrossim, fulano de tal pode jogar apenas uma vez com uma única cartela e desembolsar milhões. Injustiça? Aos nossos olhos, pode até ser que sim. Mas pra quem acredita em Deus, talvez não o entendimento, mas a compreensão é facilitada. É a velha historinha da tesoura.
E não adianta listarmos tudo de bom que fizemos. Não adianta bater o pé mil vezes, chorar, espernear, culpar a tudo e todos pela nossa intensa infelicidade. Não adianta...
"Ninguém é suficientemente bom ou ruim para deixar-nos tristes", afinal. O que acontece é que, assim como nós não conseguimos ser bons o tempo inteiro, as circunstâncias também não o conseguem. Seria muito fácil se tudo fosse perfeito o tempo todo, mas simplesmente não é.
Resta a nós, assumirmos as responsabilidades pelos nossos atos e aceitarmos as coisas ruins que por ventura acontecerem com a cabeça erguida e a certeza da volta por cima. Sempre damos um jeitinho.
E o alívio que dá ao reclamar, espernear, sofrer, é totalmente ilusório e momentâneo. Não nos sentimos melhor depois disso.
Agora, a paz que se restabelece na volta por cima, ah, essa é incomparável.
Futuro. Incerto.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Adriana Calcanhoto
Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu não sei o nome.
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo
Cores.
Passeio pelo escuro, eu presto muita atenção no que o meu irmão ouve.
E como uma segunda pele, um calo, uma casca, uma cápsula protetora.
Ah, eu quero chegar antes.
Pra sinalizar o estar de cada coisa, filtrar seus graus.
Eu ando pelo mundo divertindo gente, chorando ao telefone
E vendo doer a fome dos meninos que tem fome...
PELA JANELA DO QUARTO, PELA JANELA DO CARRO
PELA TELA, PELA JANELA
QUEM É ELA? QUEM É ELA?
EU VEJO TUDO ENQUADRADO
REMOTO CONTROLE.....
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah eu queeeeeeeeeeeero ir pro show.
eu queeeeeeeeero eu queeeeeeeeero eu queeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeero!!!!!!!!!!!
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo
Cores.
Passeio pelo escuro, eu presto muita atenção no que o meu irmão ouve.
E como uma segunda pele, um calo, uma casca, uma cápsula protetora.
Ah, eu quero chegar antes.
Pra sinalizar o estar de cada coisa, filtrar seus graus.
Eu ando pelo mundo divertindo gente, chorando ao telefone
E vendo doer a fome dos meninos que tem fome...
PELA JANELA DO QUARTO, PELA JANELA DO CARRO
PELA TELA, PELA JANELA
QUEM É ELA? QUEM É ELA?
EU VEJO TUDO ENQUADRADO
REMOTO CONTROLE.....
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah eu queeeeeeeeeeeero ir pro show.
eu queeeeeeeeero eu queeeeeeeeero eu queeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeero!!!!!!!!!!!
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